A dramaturgia é onde a história ganha corpo — e onde a gente escolhe de que lado olhar.
Escrevo para dar forma ao que ainda é só intuição. Me interessa o conflito humano por trás de cada decisão — o que as pessoas dizem, o que escondem e o que o silêncio entrega. Trabalho a dramaturgia como uma arquitetura de afetos: cada cena precisa ter um motivo emocional para existir.
Transito entre o teatro e o cinema porque os dois me ensinam coisas diferentes sobre tempo, presença e verdade. Em todos os projetos, busco narrativas contemporâneas com protagonismo feminino e um ponto de vista que não pede licença.
Roteirista, dramaturga, diretora e atriz com mais de 10 anos entre cinema e teatro, mestre em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF). Escreveu e dirigiu o curta Cores no Breu, dirige e assina a dramaturgia de Anita – A Festa da Cor e é roteirista dos longas A Versão da Lei e A Versão da Mãe e do premiado videocast Dog Pod Tudo.